Koah.

Quem me conhece, sabe que a maior felicidade da minha vida foi conhecer meus irmãos por parte de pai. E não vou contar toda a história aqui, porque não é este o propósito. A intenção é encher meu coração de uma saudade acolhedora e feliz, ao lembrar dos primeiros minutos de convívio e o amor que pulsa aqui dentro até hoje.

A vida inteira, eu aprendi a ser irmã de uma pessoa só. Mais do que isso. Ela foi mãe, depois irmã e por último amiga. Uma mão que sempre esteve ali, não por obrigação, mas por amor. Um amor antigo. Amor de outras vidas.

Foi então que o destino me presenteou com três novos amores, que trouxeram um novo frescor para minha vida. Novos sentidos, aromas e motivos para sorrir. Cada um com seu jeito, mas como peças que se completam. E me completam. E, como o sangue nunca esconde, vejo muito de mim neles.

As crises de riso constantes da Aline, pelos motivos mais bobos…

O jeito esquentado da Karla, que esconde uma doçura incrível (não pensem que sou diferente disso, só revelo para poucos)…

O jeito emocionado do Hélio…

O humor da Odette…

Pronto! Completei o álbum da vida, com as fotos mais recentes e especiais.

E eu que tenho a mania boba de achar que a vida esquece de mim. Esquece nada! Ela simplesmente vai devagarinho, de pouco a pouco, completando o quebra-cabeças da felicidade!

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3 comentários sobre “Koah.

  1. Jeito esquentada… Sutileza sua! Sou uma bomba relógio programada pra explodir a qualquer instante e adoro! A explosão sempre que posso, para que o efeito devastador seja menor… E constante. Só de ler, no primeiro parágrafo palavra pai, já me causa estranheza, rispidez. Prefiro que seja substituída pela palavra genitor, que traduz mais a verdadeira face daquele senhor, que temos em comum. Porém ainda mais comum e (nao sei colocar acento com esse teclado) o sentimento incomum que carregamos sobre ele e sobre toda a história disfarçada atras dessas palavras. Mas o melhor de tudo e que sobrevivemos, crescemos, amadurecemos e nos destacamos dentro de um laço consangüíneo, que poderia até ter nos tornado indescretivelmente menores, infelizes, entristecidas. Hoje tudo e lindo, todos sao acolhedores, simpáticos aos nossos sentimentos. As feridas cicatrizam, mas as marcas sao eternas e existem justamente para que nao esqueçamos o que nos trouxe aqui. Adorei as belas palavras. Um beijo grato e cheio de carinho… Carinho de irmã… Irmã de vida, de sofrimento, de história… E de alegrias! Karla A. (fazer o que…) Bastos.

  2. Minha irmã, que lindo!
    Você me deixou com os olhos cheios de lágrimas.
    Temos que marcar para a gente se encontrar e matar a saudade!
    Te amo, Beijos.

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